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| Reprodução / Band |
Ronald Rios e a equipe do CQC foram até São Roque, no interior de São Paulo, para acompanhar as manifestações contra o Instituto Royal, invadido recentemente acusado pelos ativistas de maus tratos aos animais que eram usados em testes de laboratório.
De acordo com o repórter, ele chegou ao local antes dos manifestantes e ficou muito próximo à barreira formada pelos policiais. "Comecei a fazer meu trabalho e, em determinado momento, a coisa esquentou", contou o homem de preto. Ele e a equipe do programa não conseguiram passar para o lado de dentro da barreira quando a coisa ficou feia, mesmo pedindo para os policiais presentes. "Pedi para o tenente e para o capitão. Queria passar para registrar a manifestação", disse.
Quando o confronto entre a polícia e os manifestantes ficou mais intenso, a equipe de reportagem acabou sendo agredida. "Levei gás na cara, no rosto. Passei mal e fiquei cego. O sábado inteiro fiquei me recuperando. Arde demais e a sensação é horrível", afirmou Ronald Rios.
Para ele, o principal problema foi a forma que a polícia tratou a equipe de reportagem. "Não entendi porque eles não deixaram a gente passar para o outro lado [da barreira]. Até porque eu cheguei muito mais cedo. Não consegui fazer o meu trabalho. Queria registrar a negociação entre o advogado da empresa e os líderes da manifestação, que estava acontecendo do outro lado da barreira", finalizou.
A matéria sobre o Instituto Royal e a polêmica com os cães beagles vai ao ar nesta segunda-feira, dia 21, a partir das 22h30. Não perca!
Assista na Band e acesse o site: cqc.band.uol.com.br

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